O estudo foi conduzido pelo Institute of Cancer Research (ICR) e concluiu que as mulheres que possuem as cinco variações estão mais susceptíveis ao câncer de mama, com 16% mais chances de desenvolver este tipo de tumor. As variantes estão nos cromossomos 9, 10 e 11.
Comparando os códigos genéticos de mulheres com câncer de mama e histórico familiar da doença e mulheres sem estas características, foram identificadas as áreas do DNA que influenciam o risco para este tumor.
Esta pesquisa pode ajudar os médicos a identificarem as mulheres com maior risco de desenvolver a doença, através de um provável teste genético, de maneira que elas possam tomar decisões positivas no sentido de evitar o aparecimento do tumor.
A maioria das novas variantes parecem estar associadas a tumores de mama sensíveis a hormônios, forma mais comum da doença – a qual é estimulada pelo estrogênio.
Fonte: Nature Genetics